Se uma coisa não está no google é por quê não existe (Desconhecido)
Conheça a sede do Google no Brasil e saiba por quê , quem trabalha por la não quer sair.
30/06/07
Trabalhando no google
29/06/07
Mídia alternativa em sacolas.

Bom pessoal, sexta feira já está aí e hoje vou fazer um post bem curto aqui no Bloguerreiros, pois estou um pouco sem tempo.
Eu particularmente adoro mídia alternativa. E dentre todas as que eu já vi até hoje as que mais me chamaram a atenção foram as criadas para sacolas. Elas possuem os mais diversos estilos e fogem do comum. Na maioria, as alças são o principal atrativo e fazem com que as peças criadas nas sacolas ganhem “vida”.
Separei algumas fotos de sacolas bem legais para vocês verem.





Bom, vou encerrando por aqui. Espero que vocês tenham gostado.
Abração.
Bruno Delfino.
http://by-theway.blogspot.com

Pessoal,
Por aqui ser um espaço de notícias relacionadas à propaganda e comunicação, achei viável publicar aqui a promoção que o ADivertido esta lançando.
Quem estiver peças fantasmas e quiserem concorrer entre as melhor do Brasil, mande para nosso blog especial, criado exclusivamente para essa promoção.
CONFIRA O BLOG DO GHOST, CRIADO EVENTUALMENTE PARA ESTA PREMIAÇÃO:
http://www.ghostdeouro.blogspot.com/
ENVIE AQUI SEU ANÚNCIO E BOA SORTE!
PORQUE AQUI OS MELHORES FANTASMAS SÃO RESSUSCITADOS!
Divididas nas categorias: Ghost de Ouro ( 1°Lugar ) ; Ghost de Prata ( 2° Lugar ) ; Ghost de Bronze ( 3° Lugar ).
Em Julho estaremos divulgando as 3 peças vencedoras.
28/06/07
A evolução dos blogs

Se você reparar, o mundo virtual pode ser divido em Eras. Ao contrário do mundo real, elas duram apenas alguns anos.
O começo de tudo foi na Era Pessoalis. Nesta época, os blogs eram espécies de diários extremamente pessoais, relatando com fidelidade o cotidiano do seu dono, que na maioria das vezes eram adolescentes que só queriam aparecer.
Depois, veio a Era Miguxus. Aqui, a espécie deu um pequeno passo para frente ou para trás, dependendo do ponto de vista. A espécie blogueira ainda estava interessada em transformar a sua vida em um livro aberto, mas a característica mais marcante foi o uso de neologismos irritantes, como “miGuXa”.
Estamos vivendo a Era Profissionalítica. Os blogs ficaram mais maduros, mais focados em temas e alguns até rendem dinheiro aos seus donos, através de publicidade. Os blogs estão se tornando uma nova mídia para veiculação de campanhas criadas por agências. Graças ao You Tube e ao podcast, os blogs viraram um mini conglomerado de comunicação.
Ainda é um pouco difícil de definir como será a próxima etapa desta evolução. Mas acredito que não seja muito diferente desta época. Quem viver, blogará.
Caio Costa, do Blogcitário - www.blogcitario.com
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Marcador Blogcitário
A semana
Comercial da W/Brasil para a revista Época intitulado A Semana, vencedor do único prêmio Clio que o Brasil já recebeu.
Acredito que o Washington pode falar melhor do que eu. Assistam!
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Marcador epoca, mídia eletrônica, washington, wbrasil
Nostalgia
Tem uma parte do vídeo em que um cara esta dirigindo o Tempra, vira-se para a câmera e diz: "Estou a 200 km/h e nem percebi" ai a câmera focaliza o velocimêtro do carro a quase 210 km/h. Algo que hoje seria veementemente proíbido de veicular, mas que deixa saudades de um tempo onde a publicidade tinha liberdade de criar e veicular, e os consumidores eram responsáveis a ponto de julgar aquilo que lhes era conveniente e apropriado, sem precisar de um orgão regulamentador para tal.
27/06/07
Designers, pra que?
A seguir, compartilho com todos mais que um texto, um desabafo de Mauro Pinheiro* sobre como está sendo tratada a nossa categoria.
Boa leitura!
"Recentemente a CEDAE (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro) resolveu fazer juz ao nome, e puxou a descarga.
Insatisfeitos com a antiga identidade visual da empresa, resolveram mudar. Inovar, entende? Os serviços, para a população, continuam os mesmos...não há qualquer percepção de mudança na qualidade dos serviços (não vou nem entrar no mérito sobre a "qualidade"), mas é preciso mudar, renovar. Estamos na época dos discursos de "branding", não é? Percepção é realidade...discurso, imagem...o que vale é a percepção de qualidade, mais do que a qualidade em si. Ao menos na visão distorcida de muitos empresários, e muitos profissionais de marketing, publicidade, branding etc.
Mas, enfim...o problema não foi exatamente a vontade de "mudar" a identidade visual. O problema não foi descartarem uma identidade que já durava 30 anos (feito memorável para uma identidade visual). O problema foi a abordagem utilizada na "mudança".
Existem profissionais que dedicam parte de sua vida estudando esse assunto...adequação do discurso da empresa à uma representação gráfica, aspectos funcionais dessa representação, como a facilidade de reprodução em diferentes meios (como tampas de bueiro feitas em ferro fundido, por exemplo), possibilidade de redução, desdobramentos possíveis dos elementos da identidade visual, diferentes assinaturas que permitam flexibilidade na utilização da identidade sem perder a unidade do conjunto, etc. Além disso, esses profissionais - também conhecidos como designers, preocupam-se com aspectos não tão óbvios, como os significados atribuídos a essa representação, a pregnância da marca, a síntese e consistência do que seria a tradução gráfica do discurso institucional da empresa. A identidade visual seria, em tese, uma tradução em forma gráfica de aspectos pouco tangíveis que compõem a identidade da empresa.
E o que a CEDAE fez no processo de reformulação de sua identidade visual?
Ignorou o fato de existirem profissionais formados em design há mais de 40 anos nessa cidade (o marco inicial da institucionalização da profissão é a fundação da ESDI, a primeira escola de design da América Latina, na década de 60). Ignorou o fato de existirem mais de 5 escolas de design, só na cidade do Rio de Janeiro. Ignorou o fato de existirem atualmente 6 cursos de mestrado e um curso de doutorado em design no Brasil.
Resolveu fazer um concurso interno, entre os funcionários, para ver quem teria a melhor solução gráfica. Designers? Para que? O "pessoal da informática" resolve isso.
É muita esculhambação. É muita ignorância. É muita incompetência. É muita burrice.
Fosse um projeto de arquitetura, para as fachadas das diversas sedes da empresa, fariam um concurso com os funcionários?
Fosse um projeto para as novas estações de tratamento de esgoto, fariam um concurso com os funcionários?
Como é design, podem fazer com qualquer um, é isso?
O texto no site da CEADE deixa clara a completa falta de noção do que é uma identidade visual:
"Quanto à mudança, o presidente destacou que marca, criada há 30 anos, foi reestruturada fortalecendo o nome da empresa e de seu principal produto, a água. Victer também explicou que a nova logomarca utiliza elementos que lembram as marolas produzidas pela queda de uma gota de água e formam as letras que compõe o nome da empresa. 'Estas pequenas ondas receberam tons de verde, em referência à responsabilidade da empresa com o meio-ambiente, e de azul, que denota a limpidez das águas distribuídas pela companhia. Ou seja, escolhemos uma marca moderna, que identifica a nova gestão da Cedae, pró-ativa e dinâmica', afirmou Victer.
A logomarca vencedora do concurso interno da Cedae, que será adaptada por uma empresa de publicidade, foi criada por três funcionários, José Vieira de Queiroz Júnior, Marcos André dos Santos Fernandes, e Wagner Ribeiro de Magalhães Silva, todos lotados na Cedae Bambina e com função de operadores de computador. 'Acredito que com a decisão de criar um concurso interno a nova logomarca adquire as características que os funcionários sempre esperaram da empresa, modernidade e dinamismo', destacou o presidente."
Os vencedores, claro, foram os operadores de computador. Afinal, todo mundo acha que basta saber operar programas gráficos para fazer design. Seguindo esse raciocínio, meu sobrinho de 9 anos poderia fazer o projeto de reestruturação da identidade visual da Companhia Estadual de Águas e Esgoto do Rio de Janeiro. Sabe mexer com computador, qual o problema?
O resultado fala por si só.
Um absurdo. Conceitualmente frágil, com uma solução gráfica óbvia, com problemas construtivos graves.
Há alguns anos atrás, outra empresa prestadora de serviços públicos do Rio de Janeiro passou por um processo semelhante de reestruturação de sua identidade visual. Mas, ao contrário da CEDAE, a Light, responsável pela distribuição de energia elétrica na cidade, resolveu o problema com a ajuda de designers.
A história da marca da Light é antiga, e pode ser conhecida pelo trabalho realizado por Manoela Amado, quando era aluna do curso de design da Puc-Rio. Para resumir a história: a marca anterior ao último redesenho havia sido criada por Aloísio Magalhães, talvez o designer mais importante da história do design brasileiro.
A marca foi escolhida em um concurso. Mas não com funcionários da empresa, e sim um concurso fechado, com alguns dos designers mais destacados da época: Rubens Martins, Alexandre Wollner, Aloísio Magalhães, Goebel Wayne, Ludovico Martino e Lucio Grinover.
O trabalho vencedor, de Aloísio Magalhães, foi tão forte que garantiu sua permanência mesmo quando a empresa foi comprada por um grupo privado estrangeiro, em 1996, 30 anos depois (notem a semelhança da história da CEDAE). Naquele momento, a empresa sentiu necessidade de marcar essa mudança de paradigma com uma nova identidade visual. Ao contrário da CEDAE, percebendo a importância do fato, resolveram realizar um novo concurso fechado com DESIGNERS!!! O escritório vencedor foi o de Evelyn Grumach, EG Design.
O processo de mudança foi um pouco melhor estruturado. Ao contrário da CEDAE, a Light teve a preocupação de checar o valor de sua marca antiga. Uma pesquisa demonstrou que 94% da população identificava o símbolo criado por Aloísio como sendo a marca da Light. Se inicialmente pretendiam usar a identidade da empresa estrangeira, sepultando completamente a identidade antiga da Light, com o resultado da pesquisa ficou claro que não seria interessante desprezar essa pregnância (Aloísio era realmente um gênio). Partiram para uma reformulação, e não uma nova marca.
O resultado foi o que se segue. Uma revitalização que manteve relação com a marca antiga. O projeto abrangeu inclusive o desdobramento da marca em submarcas, parte do processo de "desverticalização" da empresa.




O contraste parece mostrar bem a importância de um projeto de identidade visual. Só mesmo um IMBECIL deixaria um trabalho dessa magnitude ser resolvido com um concurso interno, entre funcionários sem o menor conhecimento do assunto.
Para completar, a CEDAE pretende deixar o detalhamento e o projeto de implantação da nova marca a cargo de uma empresa de publicidade. No caso da Light, o detalhamento e projeto de implantação ficou a cargo do escritório EG Design, e a manutenção foi responsabilidade do departamento interno de programação visual da própria Light. O processo, previsto inicialmente para durar 3 anos, demorou mais de 8.
A CEDAE, no final das contas, tem a identidade visual que merece. Uma m..., para representar uma empresa que é uma b...
*Mauro Pinheiro é doutorando em Design pela PUC-Rio (2007), Mestre em Design pela PUC-Rio (2000), Bacharel em Design pela ESDI/UERJ (1995) com habilitação em Programação Visual e Projeto de Produto. Com 10 anos de atuação como designer, atualmente é Professor Assistente do Departamento de Desenho Industrial da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), lecionando disciplinas de Projeto.
Ressaca de Cannes
26/06/07
Cannes - Plágio?
Assista ao filme Power of Wind, da Nordpol+Hamburg, Alemanha, para uma cia de energia eólica. O filme foi postado em junho de 2007 no YouTube e é protagonizado por um Gigante.
Esse filme faz te lembrar algo? Que tal uma ajuda, Natal CLARO 2006. Assista o filme da Claro que foi ao ar na tv em novembro de 2006.
NR: o filme Gigante da Claro também estava inscrito em Cannes, mas não levou nada. O alemão foi ouro.
24/06/07
Liga da Comunicação
Gradativamente os três se levantam e olham surpresos o lugar onde estão, sem fazer a menor idéia de como foram chegar lá.
O publicitário diz: "Que lugar é esse? O que eu tô fazendo aqui?"
A jornalista parece conhecê-lo de vista: "Ei, você não é aquele publicitário que levou o segundo lugar no festival de Brannes?"
O publicitário retruca: "Ah, que maravilha! Tô perdido numa caverna com 2 estranhos, mas um deles se lembra que eu fiquei com a merda do segundo lugar naquele festival de picaretas."
O Relações Públicas fala: "Vocês dois aí, que tal nos concentrarmos em achar a saída?"
A voz misteriosa, que poucos minutos antes os mandou acordar, se manifesta novamente:
"Sejam bem vindos. Eu os trouxe aqui para uma missão."
O RP questiona: "Quem está aí? Apareça de uma vez."
Eis que surge uma ofuscante luz branca azulada; e de dentro dela aparece um objeto em forma de pirâmide que diz: "Eu sou o Comunicólogo. Eu os recrutei para uma missão muito importante: salvar a comunicação mundial do caos que esta por vir."
Publicitário: "Hahahaha, essa é ótima. Uma pequena pirâmide falante seqüestra 3 pessoas e diz pra elas salvarem o mundo."
Jornalista: "Cala a boca idiota, deixa a pirâmide, quero dizer, o Comunicólogo, explicar o que está havendo."
Comunicólogo: "Tem um maluco a solta que tem como principal objetivo destruir toda e qualquer forma de comunicação entre as pessoas. Para ajudá-lo, recrutou uma série de malfeitores que têm que ser combatidos."
O RP pergunta: "E qual o nome desse cara?"
Comunicólogo: "Seu nome é Sr. Ruído."
Publicitário: "Essa historinha ta muito boa, mas eu tenho uma campanha pra finalizar e um cliente chato pra aturar."
Jornalista: "E eu tenho que finalizar uma matéria com um dead line apertadíssimo, então também já vou indo."
RP: "Acompanho vocês."
Comunicólogo: "Se ninguém combater esses canalhas facínoras, o mundo poderá sofrer um retrocesso que o levará de volta a idade das cavernas no que diz respeito à comunicação mundial."
Publicitário: "E por que logo eu faria isso? Sou um cara super ocupado. Mal tenho tempo de dormir, quanto mais salvar o mundo."
Comunicólogo: "As marcas de seus clientes podem esperar! Pense bem! Qual grande marca não iria querer estar associada a um super herói que salva o mundo constantemente? Isso é melhor do que qualquer política de responsabilidade social. Vão "chuver" novas contas para sua agência. E isso também vale para a construção da imagem de marcas feita por um relações públicas."
Publicitário e RP ficam sem ação durante alguns minutos.
A jornalista questiona: "E quanto a mim? Por que eu me envolveria nisso?"
O Comunicólogo responde: "Qual meio de comunicação não ia querer fazer uma reportagem sobre super heróis que salvam o mundo? E quem melhor para conhecer os detalhes pertinentes a uma matéria como essa do que a heroína que o salvou?"
Assim como os outros 2, a jornalista fica refletindo durante alguns minutos. Até que finalmente eles resolvem aceitar.
O Comunicólogo festeja e lhes mostra seus uniformes: "Ótimo, agora vocês vão conhecer seus uniformes e poderes especiais."
Publicitário: "Uma roupa preta e dourada? Pelo menos não vou ter que usar cueca por cima da calça como o super homem."
Jornalista: "Gosto de vermelho."
RP: "Azul marinho? É, até que vai."
Enquanto ambos tocam o Comunicólogo, fonte de seus poderes, um cientista louco começa a destruir a cidade com seus robôs e armas laser.
Comunicólogo: "Agora vão, vocês precisam prender esse sacripantas insano."
Publicitário: "Espera aí! Eu tenho um monte de perguntas pra fazer. Pra começar, quais são os nossos poderes afinal?"
Comunicólogo: "Depois. Agora vão!"
Eles chegam à cidade e se deparam com seu inimigo.
O Relações Públicas pergunta: "Quem é você?"
Ele responde em meio à destruição: "Eu sou o Dr. Clichê" hahahahhahahahaha.
A jornalista: "Esses robôs estão destruindo a cidade." SAMPLING SAMPLING SAMPLING.
O publicitário: "O que foi isso?"
Jornalista: "Não sei, derrepente esses raios vermelhos saíram das minhas mãos e atingiram em cheio esses robôs."
RP: "Cuidado, eles estão atirando" ZUMMMMMMMMM! "Nossa, como eu consegui desviar tão rápido?"
O publicitário: "Cuidado!"
RP: ZUMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!
Publicitário: "Legal, uma solta raios com as mãos e o outro é um the flash do Paraguai. Espero que o meu poder seja hiper criatividade."
Nesse momento um carro é atirado contra o publicitário, que não tem tempo de desviar. O carro fica amassado e nada acontece com ele.
Publicitário: "Super força? Nada mal."
Combinando suas novas habilidades eles conseguem destruir todos os robôs e então se vêem cara a cara com o Dr. Clichê.
RP: O que você quer?
Dr. Clichê: "Dominar o mundo hahahahahahahaha"
Publicitário: "Puxa, um cientista louco quer dominar o mundo e que tem uma gargalhada infame. Você é mesmo o Dr. Clichê."
Os 3 vão pra cima dele e depois de uma breve luta, POW! BAF! CAM! conseguem derrubá-lo. A policia chega e o prende. No dia seguinte são novamente trazidos pelo Comunicólogo para uma reunião.
Comunicólogo: "Parabéns! Foram maravilhosos."
A jornalista trouxe com ela o jornal do dia com a reportagem de primeira página:
LIGA DA COMUNICAÇÃO SALVA O DIA
Publicitário Dourado, Jornalista Escarlate e RaioP vencem vilão que ameaçava destruir a cidade.
Publicitário: "Não vou nem falar o que achei dos nomes."
Comunicólogo: "Espero que tenham se recuperado de sua última luta. Vou passar o briefing com sua nova missão:
ENCONTRAR 6 ARTEFATOS MÍSTICOS
Publicitário Dourado: "E quais são eles?"
CONTINUA...
Batalhado por Malucom às 11:57 15 visões!
HAPPY TREE FRIEND | MANIA NO BRASIL

A série estreou na internet em dezembro de 2000, que desde então se tornou jogo de video game e um desenho com altos níveis de audiência na MTV brasileira. A série também esta a venda com 4 dvds.
A estréia no cinema foi em 2002, com o filme "Poe um sentido na Vida" ( The Good Girl!), com Jennifer Aniston.
Cerca de 15 milhões de pessoas por mês assistem às animações disponíveis no site oficial, sendo o Brasil o primeiro colocado em número de visitantes.
A animação se tornou febre entre os brasileiros depois de ser veiculado no programa Gordo a Go-Go, da MTV.

No site de relacionamentos Orkut, a maior das quase 100 comunidades dedicadas ao Happy Tree Friends conta com mais de 140 mil participantes, e grande parte dos membros fãs são brasileiros.
Jogos online também são sucesso aqui no país.
Jumping Nutty por exemplo.
No site oficial aqui do Brasil pode se encontrar mais curiosidades e animações para quem realmente é fã deste cartoon pra lá de "maldoso".
Boa semana a todos!!!
Gabriel Jacob
http://www.adivertido.blogspot.com/
23/06/07
Portfólio Virtual
"Há muitos homens que parecem dignos de grandes empregos enquanto não os ocupam."(Marquês de Marica)
Estava navegando sem destino pela internet quando encontrei e conheci o excelente blog do Thiagoarraes no qual tem a referencia de um site gringo que cria um portfólio virtual para webdesigners quase que instantaneamente , com um cadastro simples e fornecendo algumas informações como o endereço dos seus sites o seu cartão de visitas para internet está pronto.
Já ia me esquecendo, o site é o Professional onTHE Web
Até o próximo post!
Indiferença....

Não é de agora mas merece ser divulgada... campanha para a CARE - uma organização humanitária que combate a pobreza a nivel mundial. A mensagem é incrivelmente poderosa e deixa-nos a pensar. " Are you so indifferent that you didn't even notice this photo is upside down?" ... certamente quer não notaram à primeira.....
22/06/07
Propaganda e Meio Ambiente

Fala galera! Sexta-feira já está aí, e hoje escolhi como tema do meu post aqui no Bloguerreiros o Meio Ambiente e a Propaganda.
Todos sabem que o planeta Terra está sofrendo muito em termos de meio ambiente. Uns dos assuntos mais comentados atualmente é o aquecimento global. Com o aumento de poluentes, principalmente de gases derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel etc), na atmosfera, a temperatura da Terra vem aumentando cada vez mais e preocupando muita gente. As ONGS (Organizações Não Governamentais) tais como Greepeace e WWF têm se preocupado muito em alertar a população sobre os efeitos que o aquecimento global causará no futuro e sobre a destruição da natureza e tudo que faz parte dela. A propaganda é um meio pela quais essas ONGS têm espalhado a sua mensagem ao mundo inteiro, inclusive no Brasil. As mais diversas ações de guerrilha, anúncios de mídia impressa, interativa, outdoors, comerciais de TV etc, já foram utilizadas pelas agências e tem obtidos resultados significantes.
Separei algumas peças do Greenpeace e da WWF para vocês verem como essa luta para salvar o planeta e preservar a natureza está sendo divulgada.
Greenpeace - Mudanças Climáticas
WWF - Black Cloud
WWF - Ocean Levels
Greenpeace - Use Less Paper
Greenpeace - Ação no Rio de Janeiro
Espero que vocês tenha gostado.
Abraço a todos,
Bruno Delfino.
http://by-theway.blogspot.com
GUERRILHA "PEGADINHA"
Uma ação de guerrilha que havia sido realizado em São Paulo foi publicado no You Tube recentemente.
Trata-se da campanha onde um barbeador gigante corre atrás de um pêlo também em tamanho humano, tudo ao vivo e a cores, no meu da rua.
A "pegadinha" foi realizada em São Paulo, e o vídeo mostra a ação acontecendo na Avenida Paulista, maior e mais importante avenida da capital Paulista, centro financeiro da cidade.
Uma campanha simples, porém sensacional, alternando de forma que fizesse uma divulgação de cunho humorístico entre a população em geral, que no caso, representa o público consumidor do produto.
21/06/07
O pior pesadelo de um publicitário

Quem vive esta vida pseudo glamourosa da publicidade, pelo menos uma vez na carreira já encarou esta situação: ter que engolir a pulso um parente do cliente na campanha.
Geralmente a criatura convocada para esta missão é o filho. Segundo o cliente, os motivos são diversos. O menino é forte, esperto, fotogênico e quer ser artista quando crescer. Então, nada melhor que estrelar o comercial do papai. E estes motivos vêm com a desculpa da pouca verba em chamar um ator de verdade.
Depois de ficar sabendo da triste realidade, você, nobre redator, tenta fazer malabarismos com o roteiro para o comercial não ser motivo de piada junto aos seus colegas de profissão e também não deixar os telespectadores com ânsia de vômito ou com vontade de trocar de canal toda vez que a sua “estrela” estiver na telinha tendo os seus 30 segundos de fama.
E o pior que o cliente na maioria das vezes nem se importa se a sua empresa está sendo esculachada por todo mundo. O que importa é que o Júnior está na boca do povo, mesmo custando a credibilidade da empresa.
Caio Costa, do Blogcitário – www.blogcitario.com
PS: Não sou parente deles, mas quero divulgar que a galera do Xiscando – www.xiscando.com – está com layout novo e com a competência de sempre em falar de propaganda. Vale a visita.
Batalhado por Caio às 16:15 2 visões!
Marcador Blogcitário
Deu Certo ou deu errado?
A ação repercurtiu em diversos blogs e sites do mundo inteiro, até mesmo nos não ligados a área de comunicação. A notícia (falsa) alertava que o asteróide Pallas (mesmo nome do veículo lançado pela Citroën, o C4 Pallas) iria chocar-se contra a terra na primeira quinzena de Julho (data do lançamento do automóvel). Ao clicar na suposta notícia o internauta é levado ao site Observatório de Asteróides, um site totalmente fictício criado pela própria montadora.Muitos comentários reprovaram a ação da montadora, alguns acharam anti-ético usar uma notícia sensacionalista para vender um automóvel. Mas uma coisa é indiscutível; muita, mas muita gente mesmo, já sabe que a Citoën esta para lançar um carro com o nome C4 Pallas e, acredito eu, era esse o objetivo dos caras, criar um "auê" para que todos ficassem sabendo do carro.
Um dos comentários que achei fantástico um cara chamado Fabio que, na minha opinião, resume a repercursão da campanha, ele diz: "Só queria saber que espécie de maluco compraria um carro se um meteóro estivesse em rota de colissão com a terra?"
Qual a opinião de vocês?
Cannes do terror
Tenho aqui um conselho, quem tiver medo de "fantasma" não vá para Cannes!
Cannes 2007 foi o maior exemplo de festival com fantasma que eu já ví e pude perceber... Foram lindas campanhas que nunca ninguém viu ser veiculadas!
Eu gostaria de propor esse post apenas para refletirmos se é bom ou não o "fantasma" na nossa profissão.
Abraço galera...
20/06/07
Novos Clio e Civic, cada idéia com seu próprio conceito
Eu separei dois filmes que não são tão atuais assim, mas são bem conhecidos e como idéias foram muito bem aproveitadas. Dessa forma, gostaria de ofertar minha opinião a respeito, refiro-me a conceitos muito bem distintos em cada comercial.
O primeiro vídeo é do lançamento de uma versão do Honda Civic, criado pela agência Wieden+Kennedy de Londres - repare como o filme utiliza diferentes formatos de mídia. O vt começa com um locutor dizendo: "Assim é como um Honda se sente...", seguido por um coro reproduzindo os sons do carro, desde a abertura do teto solar até simulação dos diferentes tipos de solo. Uma forma irritantemente criativa de abordar os benefícios emocionais do produto. Fantástico!
Já o segundo filme fala de potência, mais rápido do que uma bala precisamente. O vt foi criado pela Saatchi & Saatchi da Itália para o Renault Clio. É um belo trabalho de computação gráfica, mas não precisava gastar tanto na produção para falar tão pouco do carro, ou em outras palavras, imagino o Clio realmente veloz, mas prefiro o Civic.
Kassab, essa é pra você !
Say No To No Billboards
Ah, that's better
This is the view we are spoiling
Not exactly the Sistine Chapel, is it?
Uma iniciativa arrojada e acima de tudo muito pertinente sobretudo para nós que estamos ligados à área da publicidade!
Enjoy!!
19/06/07
Amplie o seu network
Não sei se vocês conhecem, mas um dos principais veículos de comunicação da nossa área é o meio&mensagem e há um tempinho foi criado o meio&mensagem Network, que é basicamente um Orkut para o pessoal de comunicação & mkt. O network foi desenvolvido pela F.Biz e a Agência Click. É uma grande oportunidade para ampliar seu network, a procura é por usuário ou por empresa. Muita gente fera está por lá! Também como no Orkut você tem que receber o convite para integrar.
Quem quiser convite para entrar no network deixe um comentário ou mande um e-mail para mim! Valeu galera!
Batalhado por GuiCury às 09:47 9 visões!
Marcador comunicação, meioemensagem, network, social
Criação
Mais uma vez venho aqui no Bloguerreiros falar sobre criação. Mas dessa vez não sou eu quem vou deixar minha opinião, vou reproduzir dois textos que são muitos, mas muitos importantes para quem trabalha, ou sonha em trabalhar, com publicidade.
O Primeiro é uma entrevista de dois grandes nomes da publicidade brasileira, José Luiz Madeira e Marcello Serpa, ambos da AlmapBBDO, falaram sobre criação para o Meio & Mensagem. Congira abaixo:
Meio & Mensagem – Temos assistido recentemente a um intenso movimento das agências buscando um modelo ou um formato novo para atender as novas demandas do mercado, a chamada comunicação 360 graus. Qual é o posicionamento da AlmapBBDO em relação a essa realidade?
José Luiz Madeira – A Almap tem sido, nos últimos 14 anos, uma agência cheia de idéias. Mudamos para ficar no mesmo lugar que é na ponta. Eu trabalhei seis anos na Standard Ogilvy & Mather e esse negócio de 360 graus foi inventado há muito tempo pelo David Ogilvy, há 20 anos era inovação. Hoje é obrigação. A Almap começou trabalhando para cinco mídias (TV, rádio, jornal, revista e outdoor). Mas, em 1994, fizemos o primeiro “Zeppelin” voar para a Pepsi, em um momento no qual a marca precisava se diferenciar para concorrer com a Coca-Cola. Ou seja, fazemos comunicação integrada desde a reinauguração desta agência, em 1993. A diferença é que hoje existem 300 possibilidades diferentes além daquelas cinco de antes. O fato é que nós publicitários somos mestres – e alguns vão além da conta – de falar a mesma coisa com outras palavras.
Marcello Serpa – Essa é a diferença. Nós trabalhamos mais e discursamos menos. Às vezes se cria uma falsa percepção no mercado onde todo mundo, no discurso, diz que está fazendo um monte de coisas, mas não entrega direito. Toda hora tem alguém abrindo uma empresa nova. Somos agência de idéias e de trabalho. O que desenvolvemos para a Havaianas, por exemplo, é totalmente comunicação integrada, um case de absoluto sucesso para uma marca que hoje é global. Fazemos 360 graus no mundo inteiro para a Havaianas. De janeiro até agora, nós criamos seis campanhas para exportar para a marca, mais quatro só para o Brasil. Essa é a nossa vocação. Quem tem que aparecer aqui são os clientes, não somos nós. E eles, graças a Deus, têm aparecido bem.
M&M - Em Internet vocês chegaram a montar uma empresa dentro da Almap nesta área no passado.
Serpa – Chegamos a montar uma empresa de internet em 1995/96, a No Media que depois virou On Media. Depois veio a bolha e revimos o modelo. A internet foi crescendo e se tornou uma opção além das cinco básicas. Percebemos que não fazia mais sentido manter uma empresa em separado, mas sim desenvolver um conteúdo diferenciado que deve ser pensado desde o nascimento de uma idéia, e não atualizado depois que o conceito já foi criado. Hoje existem 35
pessoas dedicadas exclusivamente a essa mídia aqui dentro. Um exemplo desse trabalho é o que foi feito para a Antarctica, um case de relacionamento, um site da campanha dos bebedores oficiais de Antarctica, no qual era necessário chamar as pessoas para participar deste clube. Foi feito um site que tinha hino, estatuto, carteirinha, camiseta e uma lojinha. A pessoa entrava nele, colocava uma foto e imprimia a carteirinha. Foram feitas 120 mil carteirinhas, com nome, endereço, telefone, foto, uma base cadastral dessas pessoas nas classes C e D, que ninguém tem.
M&M – Com o crescimento das diversas formas de projetos executados pela agência a questão do preço e da remuneração se tornou mais complexa. Como vocês lidam com isso?
Madeira – Esse é um assunto polêmico, ruim de conversar no mundo inteiro. As agências estão quebrando por causa de um modelo que está sendo questionado em todos os lugares. Graças a Deus estamos em um country comission. Isso é um aprendizado de todos os dias. A publicidade é o core business aqui. Vivemos da composição de dois tipos de receitas – a vinda das comissões e a dos projetos especiais. É muito difícil cobrar isso, mas quando oferecemos
uma idéia para o cliente e ele se convence de que aquilo irá fazer a diferença fica mais fácil. Por isso que há dez anos nós abolimos o briefing aqui. Nós geramos o que fazer com ele. Para nós remuneração é conseqüência apenas.
M&M – Recentemente publicamos o resultado de uma pesquisa que diz que as agências dedicam 25% do seu tempo às concorrências e a Almap tem por princípio não participar deste tipo de seleção.
Madeira - Não damos o que vendemos. Nós dependemos de idéias para viver, se vendemos nossas idéias vamos morrer. Vendemos cada vez mais caro porque quando vendemos barato, nos arrependemos depois. Até aqui deu para nos manter desse jeito. Lutamos para não ter de voltar atrás. Há dez anos temos conseguido nos manter fiel a essa decisão. Não sabemos o dia de amanhã. Até aqui a agência tem sido procurada. E, quando você é procurado, você cobra o
seu preço. A nossa matéria-prima é perecível, é o tempo. E temos de usá-lo de uma maneira inteligente. O último processo pelo qual passamos, que não foi concorrência, foi com o Carrefour. Nunca tínhamos atendido varejo porque achávamos que um cliente desse setor seria ruim para a Almap. O Ricardo Lacerda (diretor de marketing da rede varejista) nos procurou e queria que
fizéssemos uma proposta de trabalho para atender a empresa. Demoramos um mês para dar a resposta, e acabamos fazendo uma proposta a ele – não apresentamos campanha. Eles aceitaram e desde então a comunicação do Carrefour alcançou níveis de satisfação e resultados nunca antes experimentados pela empresa.
Serpa - Normalmente, chegamos até a apresentação de credenciais apenas, porque muitas vezes a concorrência serve apenas para validar um processo interno do cliente, mas a decisão é tomada anteriormente.
Madeira – Somos ruins de relações públicas; não atendemos conta de governo – todo mundo sabe que se você se relaciona com a política consegue também contas da iniciativa privada. Está aí o Sr. Duda Mendonça para confirmar. É um absurdo o que esse cara fez e continua aí. Ele deveria ser banido da propaganda brasileira. É um mau exemplo; não participamos de concorrências; e conseguimos construir uma das carteiras de clientes mais invejáveis do
mercado. Ou seja, estamos no caminho certo. O desafio é continuar nesta posição a que chegamos.
M&M – A Almap construiu boa parte de sua percepção criativa com base em uma participação intensa em premiações. Este ano, a agência diminui em 80% as inscrições no Festival de Cannes. No ano passado, foi a agência que mais inscreveu peças (278) e voltou para cá com apenas dois Leões. Essa diminuição reflete uma queda na qualidade criativa do trabalho da agência?
Serpa – A Almap tem ganhado muita coisa desde 1996, quando recebemos seis Leões em Cannes. Em 2000, fomos a Agência do Ano em Cannes; em 2004, a agência mais premiada do Gunn Report, feito repetido no ano seguinte. Para manter esse patamar alto assim, é necessário inscrever muitas peças nas diversas categorias de todos os principais prêmios. Ao fazer a conta,
percebe-se que manter a performance criativa que tínhamos ficou completamente irreal. Quando nós ganhávamos tudo em Cannes, só tinha televisão e mídia impressa. Agora, só em Cyber tem 20 categorias. Financeiramente, ficou inviável inscrever-se em todas as categorias. O mundo
mudou. Além disso, países que antes não tinham muita expressão hoje estão se destacando. A Itália, que antes não fazia nada, ganhou o Grand Prix do Clio. Eu vi recentemente uma peça maravilhosa do Vietnã – ou seja, países dos quais há algum tempo você não ouvia falar nas premiações. Quando se fala que o Brasil vai mal, na verdade a questão é outra, diluiu, mudou o patamar. Quando vi o que ocorreu no ano passado em Cannes cheguei à conclusão de que
estávamos fazendo papel de bobo. Este ano, mesmo com essa diminuição temos trabalhos relevantes. O que vejo é que as peças que concorrem a prêmios não são de ponta. Hoje só nós e a F/Nazca fazemos isso. Na Almap, temos a oportunidade de exercitar o talento criativo em vários segmentos.
M&M – Qual a sua avaliação sobre o momento atual da criação brasileira?
Serpa – Acho que a propaganda nacional passa por um momento muito complexo; ela vive o Second Life. Ela não é real, é virtual. O momento atual é de ilusão completa. As pessoas estão se iludindo muito com o trabalho criativo que tem pouca relevância hoje fora de uma sala de júri. A criação brasileira está gastando toda a energia para falar com jurados e quase nada para falar
com o consumidor. Se você for hoje assistir ao rolo do Profissionais do Ano, com as peças que são veiculadas na televisão normal, você toma um susto enorme porque a qualidade é muito baixa. São pouquíssimas agências colocando um trabalho interessante no meio de um monte de porcaria, de fórmulas gastas, de filme com musiquinha, com pedaços de cenas vida, muito pouco
esforço em produzir um trabalho de ponta. Ou a propaganda brasileira volta a trazer sua energia para falar com o consumidor de uma maneira diferente ou ela vai morrer de inanição, porque lá fora as coisas estão mudando rapidamente.
M&M – Na sua opinião, a Almap está em um patamar diferente dessa sua análise?
Serpa – Acho cabotino ficar falando de mim mesmo, auto-elogio não vale, mas se você olhar o Prêmio Abril de 2006 (a agência ganhou o Grand Prix da última edição da premiação, realizada na quarta-feira, 30 de maio), oito dentre as dez finalistas eram peças nossas. No Anuário deste ano, você vai ver trabalhos para a Volkswagen, Havaianas. O Giba (Gilberto Reis, diretor executivo do Clube de Criação de São Paulo) me disse que eu deveria fazer um anúncio com todas as peças premiadas dizendo “isso você já viu antes, você não ver apenas quando o Anuário sair”!. Essa é uma percepção do mercado sobre o trabalho da Almap, não sou eu que estou dizendo. Nosso foco é o mesmo para o trabalho que colocamos na rua e o que colocamos em prêmio.
M&M – Essa visão leva a crer que os trabalhos inéditos criados para festivais devem diminuir?
Serpa – Não é uma questão de ineditismo. Eu gostaria que as grandes campanhas brasileiras premiadas nos festivais fossem as melhores que o País produzisse e não campanhas para restaurante, para academia. Imagina uma agência do tamanho da Almap e que só ganhasse prêmio com anúncios para esse tipo de cliente. Algo estaria errado. Temos que ganhar com trabalhos para Volkswagen, Pepsi, Mizuno, Havaianas. Em geral, trabalhamos com clientes
desse porte. É preciso vencer com as contas grandes. A Argentina está levando prêmios com campanhas para Coca-Cola, bancos, empresas de telefonia. Não é isso que está acontecendo hoje aqui. Ou os criativos caem na real - e vai ser uma queda dolorosa, porque haverá menos coisas premiadas, mas que serão factíveis - ou vai cada um lavar suas mãos e continuar tudo como está.
M&M – Você, Marcello, e a Almap são, respectivamente, uns dos profissionais e agência brasileira, mais premiados do Brasil da última década. Você alimentou muito essa questão da premiação...
Serpa – ...assim como o Washington (Olivetto) alimentou, como o Nizan (Guanaes) e o Fábio Fernandes também alimentaram. Só que o Brasil não está ganhando mais.
M&M – Mas o fato de você adotar esse discurso agora que o Brasil não vem ganhando mais prêmios como anteriormente não soa um pouco incoerente? Afinal, todo mundo hoje quer ser como você e sua agência por causa de uma visibilidade conquistada em grande parte por causa dos prêmios...
Serpa – Eu só quero que a propaganda brasileira ganhe mais. Para ela recuperar o poder que tinha nos anos 90 e no início desta década terá de mudar de atitude porque o mundo se transformou e nossas fórmulas ficaram antigas. A molecada está seguindo uma fórmula que não funciona mais. O que eu ou o Fabinho fizemos e ganhamos nos anos 90 e início dos anos 2000 já não era o que o Washington fez e ganhou nos anos 80, e agora essas mudanças são ainda maiores. Eu não estou dizendo “não façam fantasmas”, mas criar só fantasmas acaba fazendo com que você não saiba fazer propaganda de verdade. É claro que eu fiz fantasmas, mas havia também uma outra parte que era muito boa. Não é hipocrisia o que estou falando - é a realidade. As nossas fórmulas estão velhas. O que existe hoje é Havaianas, Skol e Claro ganhando prêmios. Cadê o resto?
M&M – Vivemos atualmente um momento em que o negócio da publicidade está sendo colocado em xeque por algumas frentes como o Tribunal de Contas da União (TCU) que está questionando o BV (bonificação por volume); a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde também querem aumentar as restrições à propaganda de bebidas alcoólicas. Qual sua
opinião sobre isso até porque a Almap tem entre seus clientes a cerveja Antarctica?
Madeira - Vejo isso com um sentimento de tristeza. A propaganda não pode carregar nas costas o que algumas entidades estão querendo imputar a ela. Em um país onde convivemos todos os dias com um vasto número de problemas, acho meio injusto que a publicidade fique nesta posição de tanta vulnerabilidade. Eu a vejo como uma ferramenta essencial de desenvolvimento econômico. A propaganda, direta ou indiretamente, é capaz de fazer com que as empresas
façam produtos e serviços melhores. O mundo vive o dilema dos exageros. Alguns matam gente e a propaganda está muito longe de produzir esse efeito. Os fabricantes de bebidas alcoólicas e o Conar tomaram a iniciativa de se auto-regulamentar e aumentaram as exigências que pautam a propaganda de bebidas há alguns anos. Eles olham para isso com muita seriedade e essa
atitude mudou o tom de comunicação do setor. Isso é algo louvável de quem está nesse meio, e você não ouve falar nada a respeito.
Serpa – Em nome de um suposto moralismo, está nascendo um fundamentalismo que é absolutamente intolerante. Existe a liberdade de expressão das marcas, elas podem anunciar o que fazem e empresas divulgam aquilo que produzem. Se é permitida a venda, deve-se permitir também o anúncio disso, lógico que dentro de algumas regras. Esse fundamentalismo é hipócrita também. Você tem uma série de coisas que é feita em qualquer país do mundo como restrição de consumo, tais como controle por meio de bafômetros. Eu tenho 44 anos de idade e nunca fui testado com bafômetro neste país. Ninguém nunca me parou para fazer um teste de álcool em alguma esquina. A venda de bebidas alcoólicas na estrada é permitida livremente. Ou seja, uma série de coisas que faz parte da tarefa do governo, das instituições para restringir, para educar não é feita e aí a culpa é 100% da propaganda? Acho isso uma injustiça sem tamanho. Hoje é tudo livre, tudo pode, menos anunciar. A mídia está sendo levada a cobrar dos publicitários algo que deveria ser cobrado do poder público.
M&M – Qual é seu o maior desafio na gestão de uma agência como a Almap? Madeira – É necessário mudar todo dia para continuar no lugar aonde você chegou. Essa é uma agência que tem um turn over baixíssimo – seja de clientes ou de pessoas. E o desafio é justamente mantê-la no patamar que ela conseguiu alcançar. Outro dia uma das minhas filhas me perguntou: “Pai, por
que você ainda trabalha?”. E eu falei: “Porque eu aprendo”. E existe uma superdiferença entre estudar e aprender. Aprender é sempre muito prazeroso. Aqui nós temos essa humildade de aprender e gerar algo que faça a diferença na guerra do dia-a-dia em que tudo é muito igual. Quando se diz que a propaganda está na berlinda, é preciso mais do que nunca fazer a diferença
via percepção. E como diria David Ogilvy, o importante não é o que você fala, mas o que as pessoas entendem. Enquanto todo mundo fala de conteúdo, nós, há três anos, fizemos a reedição do programa Carga Pesada, um case para a Volkswagen. Não somos agência de conteúdo, somos uma agência de comunicação, um banco de idéias.
"Eu estava para escrever este artigo sobre anúncios fantasma há algum tempo (para quem não é publicitário, "fantasma" é toda propaganda criada com o único intuito de ganhar prêmios e que não vai pra rua porque o cliente não a aprovou ou não a aprovaria). E, pegando carona no post abaixo, com a ótima frase do Marcello Serpa, resolvi tocar logo neste assunto tão horripilante, ao invés de esperar alguma rodinha de acampamento em volta da fogueira.
Em sua entrevista ao Meio&Mensagem, Serpa aponta, com muita propriedade, um problema crucial da nossa propaganda atualmente: “A criação brasileira está gastando toda a energia para falar com jurados e quase nada para falar com o consumidor”. Resumindo a entrevista, ele fala que a propaganda nacional (a veiculada, e não a que vai para os prêmios) hoje em dia é de baixa qualidade e que os criativos têm que se esforçar mais. É redundante dizer que ele está certo. Está certo quando aponta que “as peças que vão para a rua são criadas com fórmulas gastas”. Certo quando diz que “devemos focar a propaganda de verdade ao invés dos fantasmas”. Que “temos que ganhar prêmios com clientes grandes e não com restaurantes e academias” (tipo de cliente, geralmente, associado aos anúncios fantasmas). Mas ele falou apenas sobre uma parte do problema: aquela que se refere à competência e ao potencial criativo do profissional em relação às peças que vão pra rua. E seria muito bom se fosse só isso. Nada que um “pensa mais” não resolvesse. Mas a questão é um pouco mais complicada e a reclamação, bastante previsível quando vinda de nós, criativos: o cliente. Não é novidade levantar essa bola. Pode soar como desculpa para trabalhos ruins, mas não é. Este artigo não é um desabafo magoado. Com a humildade de quem escreveu e reescreveu esta frase inúmeras vezes para soar o menos arrogante possível, tive a sorte de colocar a maioria dos meus trabalhos premiados (infinita e eternamente em menor quantidade que Serpa) na rua. Inclusive, nem teria por que resmungar, uma vez que aqui, no Cartoon Network, nós somos o nosso próprio cliente. Assim como o presidente da Almap assume na entrevista, eu também tenho fantasminhas camaradas, das agências que passei, na minha pasta. Todos eles eu considerava premiáveis e foram jogados no lixo, sem muita explicação, pelos clientes. E é sobre estes anúncios que quero falar. Quero tratar, hoje, da quantidade de boas idéias jogadas fora, todos os dias, e não sobre aquelas que não foram pensadas, as quais Marcello Serpa já tratou excepcionalmente bem.
Houve um tempo em que o publicitário era visto como um visionário. Ele era respeitado e tratado como um especialista, mesmo não existindo tantas faculdades e cursos de portfólio. Era a época romântica da propaganda. Foi quando os robôs tomaram consciência da sua existência e assim começou a guerra entre humanos e máquinas. Surgiram os malditos cursinhos de MBA em marketing. E os pré-testes. E os departamentos de marketing dos anunciantes começaram a ser dominados por engenheiros e advogados recém-formados, que acreditam que mostrar trabalho é dizer “não” para a agência. Se embebedam com o poder ao encomendarem campanhas que não serão veiculadas; ao mudar os briefings após semanas de trabalho da agência; ao pedirem anúncios “pra ontem” que mofam nas suas gavetas depois de serem entregues. Ou, simplesmente, ao rejeitar uma campanha porque não gostam de verde ou dos dentes da modelo do layout. Quantas histórias incríveis podem ser contadas. É fato: as campanhas de verdade, premiadas e que ao mesmo tempo caem na boca do povo, são aquelas que possuem anunciantes ousados, atrevidos, irreverentes. Aqueles que acreditam e confiam no trabalho de suas agências. E esses clientes são geralmente os mesmos, como Havaianas e Volkswagen – já que estávamos falando da Almap – e talvez mais uma dúzia deles. E fechamos a lista. Uma porcentagem ridícula perto do número total. Tenho amigos, excelentes criativos, em grandes agências multi-nacionais, com grandes contas multi-nacionais, que passam meses sem colocar trabalho na rua, só fazendo alterações, num vai-e-vem que deixaria a Cicciolina entediada. Para no fim das contas, veicular um re-make da campanha gringa. Costumo dizer que trabalhar em criação é administrar frustrações. Ousaria chutar que para cada 10 trabalhos criados - com briefing - em todas as agências do Brasil, apenas 1 é veiculado. E de cada 10 trabalhos veiculados, apenas 1 sai como a gente gostaria que saísse. Isso é muito deprimente. E é aí que entram os anúncios, como diria Scooby Doo, fantaaaAAAAAAaaasmas. Eles não são a causa e, sim, a conseqüência. A válvula de escape. Que criativo não gostaria de colocar um trabalho maravilhoso na rua? Sou a favor da extinção do investimento em fantasmas mas acho que, para isso, devemos primeiro reeducar os clientes. Reconquistá-los. Que aqueles que estejam lendo este texto agora comecem esse êxodo, passem para o lado do bem e engrossem a pequena lista citada acima. Que assistam mais referências, que vejam mais anuários, que conheçam o que está sendo feito fora do Brasil. E quando, ao se depararem com um anúncio genial, não conseguirem segurar o sorriso, que criem em si mesmos a vontade de dar a mesma sensação ao seu público-alvo. O grande desafio do profissional de marketing é definir o foco, o briefing, o posicionamento que quer atingir. E esta não é uma tarefa fácil. Que os departamentos de marketing se concentrem nisso. Críticas construtivas serão sempre bem-vindas. Mas chega de palpites vaidosos e de reprovações covardes. Essa é a raiz da questão e é nela que devemos focar nossos esforços se queremos exorcizar as histórias de fantasma da nossa propaganda. E vamos terminar logo esse papo antes que você não consiga dormir de noite."
Acho que depois destes dois textos não preciso dizer mais nada. Deixem suas opiniões sobre o assunto.
18/06/07
Será que essa moda pega ?
A nova tendência em moda na Europa e Principalmente na Espanha, são as roupas íntimas com fotos, no caso, as calcinhas padronizadas com fotos do namorado, marido, noivo, amante...
As fotos são normalmente da região da Boca do amado, e a mulherada fica desfilando as peças transadas por toda a Europa, confira o novo modelito:
Será que a moda chega ao Brasil ?
Ler antes de dormir
Olá amigos guerreiros, após uma longa ausência (devido a exames), volto para postar aqui no bloguerreiros... já estava com saudades!!!
Enquanto deambulava pela net descobri um projecto muito interessante no site Style Files denominado de SLEEPLESS. este projecto surgiu de uma colaboração entre o The Great Eastern Hotel e 14 estudantes do Royal College of Art’s . Com o objectivo de desenvolver objectos e instalações que permitam aos visitantes fazerem parte de uma experiência única e interactiva de forma a que o Hotel seja mais do que apenas um local para dormir. Uma das partes que constituem este fantástico projecto intitula-se de Bedtime Stories que consiste num cobertor, da autoria de Tiago da Fonseca, que inclui vários lençois que contem várias histórias tradicionais. Para quem é friorento há sempre a possibilidade de adicionar mais umas páginas (lençois) acrescentando assim mais umas páginas à história. Não esquecer que este momento de leitura poderá ser partilhado com quem mais gosta e debaixo dos lençois:)
Enjoy!!
17/06/07
Tamanho é documento?
Ando vendo muito ultimamente, pessoas desesperadas para divulgar sua mensagem, criando muralhas publicitárias, como as duas peças que vemos abaixo:

Na primeira imagem foi feito um anuncio gigante no chão para ser visto por quem está no avião. Um anuncio de 24 mil mts quadrados foi plantado numa área próxima ao aeroporto Schiphol, em Amsterdam. Pode ser visto por quem está no avião, chegando a cidade holandesa. O anunciante é a rede NH, que tem 30 hoteis na Holanda. O texto da peça convida - 'Next landing NH Hoteles' (Próxima aterrissagem NH Hoteis) O anuncio, montado a partir de uma plantaçao de milho, deverá mudar de cor ao longo dos meses, acompanhando a mudança das estações.
Já na segunda foto, uma casa de streaptease abusou um pouco na hora de criar algo para sua divulgação.
Um anúncio gigante foi colocado no gramado de 9,3 mil metros quadrados bem perto do aeroporto de uma pequena cidade, no subúrbio de Londres, na Inglaterra.
O anúncio também pode ser visto até mesmo por passageiros de aviões.
A prefeitura da cidade disse que esse tipo de publicidade local é absolutamente proibído.
Conclusão:
Será que para chamar a atenção de alguém é necessário utilizar o tamanho como ferramenta decisiva para uma comunicação eficiente?
Ainda mais que os anuncios são feitos para quem está no avião...então, o avião vai passar por cima, e o receptor nem vai voltar novamente para ver aquilo novamente, a não ser que a mensagem tenha sido extraordinariamente criativa, fazendo o piloto dar meia volta e voltar, só para ver a peça.
Por isso o título da matéria, "Tamanho é documento?"
Redonda
Criada pela F/Nazca S&S com criação de Fábio Fernandes, André Faria e Keka Morelle e direção de criação de Fábio Fernandes e Eduardo Lima, o filme é muito bem humorado e criativo, ao contrário daqueles tradicionais e “padronizados” comerciais de cerveja que sempre mostram homens sarados de sunga e mulheres gostosas de biquini numa praia. Ou então exemplos piores, que contam apenas com rimas pobres como “Ou seja, cerveja” para fixar suas marcas na mente do target desejado. Parabéns a F/Nazca S&S e toda a equipe responsável por essa campanha. Não é por acaso que a Skol é líder do mercado nacional de cerveja pilsen com 30,9% do share nacional no segmento. (dados do Instituto AC Nielsen presentes no site Portal da Propaganda).
16/06/07
Esqueleto humano transmite dados
É incrível como a criatividade humana é infinita. Você imaginaria que um osso do seu corpo é capaz de transmitir dados??
Pois estou aqui para mostrar mais uma descoberta dos professores da Universidade de Rice, em Houston, nos Estados Unidos. Eles fizeram um estudo que sugere que informações digitais podem ser transmitidas através do esqueleto humano para aparelhos portáteis ou implantes médicos.
Imagina o que isso não pode trazer de benefícios para o nosso dia-a-dia? Imagine você atendendo o telefone so batendo os dentes? Ou ao cumprimentar seu amigo, passar algumas músicas para ele pelos ossos?
O nome dos pesquisadores que descobriram essa façanha são: Lin Zhong e Michael Liebschner.
Hoje em dia sinais de rádio são utilizados para as mesmas funções que essa descoberta promete, porém como todos sabemos, estes sinais podem sofrer interferência e, além disso, qualquer um com conhecimento pode facilmente "roubar" esses sinais.
Para resolver isso eles pensaram em utilizar ondas sonoras ao invés das de rádio. Hoje a ciência já sabe que o osso é um excelente condutor de ondas sonoras, mas até agora só foi utilizado para transmitir sinais analógicos, para ver como o osso está se curando após uma fratura, por exemplo.
Para verificar se o osso pode transmitir sinais digitais através de longas distâncias, de um sensor no pulso para um fone, por exemplo, o time aplicou um pequeno vibrador a várias partes do corpo. A equipe descobriu que determinadas freqüências são melhor conduzidas em certas partes do corpo e com uma precisão impressionante.
Bom, That´s All Folks (Por hoje é só pessoal). Espero que tenham gostado e comentem :)15/06/07
Entrevista com Washington Olivetto.

Fala galera! Já chegou Sexta feira, e hoje é a minha vez de postar aqui no Bloguerreiros.
Estou um pouco sem tempo para postar essa semana, por isso farei um post breve.
Aproveitando o “gancho” do Gabriel em seu post sobre o Carlos Moreno, achei uma entrevista interessantíssima da ESPN, onde Juca Kifuri conversa com um dos melhores e mais respeitados publicitários do mundo: Washington Olivetto.
Na entrevista, Washington fala sobre as propagandas recentes da Bombril com a participação especial do rei Pelé, fala sobre o tão querido time Corinthians e fala um pouco sobre garoto propaganda Carlos Moreno.
Ao final da entrevista vemos um pequeno "making of" das gravações dos comerciais da Bombril junto com Pelé.
Vale a pena assistir.
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Espero que vocês tenham gostado.
Abraços.
Bruno Delfino.
http://by-theway.blogspot.com
Teste Carlos Moreno 1978
Mudar e inovar as formas de comunicação com o decorrer dos anos é sim essencial para um impacto mais eficaz, mais tem um porém. Veja o vídeo abaixo, onde o Garoto Bombril, Carlos Moreno, faz um teste para comerciais, isso foi a quase 30 anos atrás. Agora eu perguto...
Mudou alguma coisa?
Carlos Moreno continua sendo o eterno Garoto Bombril, e com a mesma forma de conversar com o consumidor.A Bombril nunca deixou de ser líder no mercado de esponjas de aço. Será que o público também se fideliza de um conceito de mensagem, um tipo de mensagem?
Acho que por ser o único anunciante que informa assim, como era anos atrás, que pode ser considerado inovador.
Fica aqui minha dúvida.
Fonte vídeo: Bicho de Goiaba
Chupada ou não, a obra é boa!
A almap rescentemente criou a campanha para o novo Fox 2008 com o tema: "Por um mundo melhor. Compre um Fox."
Lógico que é forçada a idéia de que comprando um Fox você será o voluntário para um mundo melhor; Porém foi muito genial a idéia de criar uma espécie de "Teoria do Caos" - usada em filmes como Efeito Borboleta e Corra, Lola, corra - onde o ato de comprar o carro e de ele te ajudar a estacionar bem (diferencial do produto), gera um efeito dominó que desencadeia uma mudança na sociedade. É uma grande brincadeira que fica genial, assim como nos filmes!
A questão é que há um comercial italiano para o Citröen C1 que segue a mesma linha de arte, "Teoria do Caos" e também assim como o mesmo conceito: "Por um mundo melhor". Assistam e deixem seus comentários!
Batalhado por GuiCury às 12:34 0 visões!
Marcador almap, citroen, midia eletronica, teoria do caos
14/06/07
Paranóia publicitária
De uns tempos para cá, tenho sentido no continente publicitário da blogosfera um certo tipo de paranóia com relação a campanhas indicadas por profissionais de agências que se passam de leitores com boa vontade em sugerir uma boa pauta.
Os publicitários já perceberam que nós blogueiros, que falam sobre o assunto nos nossos blogs, podemos ser um meio de divulgação poderoso e gratuito ao mesmo tempo. Afinal, comentamos campanhas do mundo todo com idéias dignas de Cannes. Partindo deste fato, é fácil chegar à conclusão que alguns blogs com grande audiência recebem jabá para postar sobre uma campanha de determinado cliente.
É fácil detectar um “post jabá”:
- Geralmente é de um cliente tupiniquim sem histórico de grandes sacadas em seus anúncios;
- Dá para perceber o blogueiro apenas elogiando a campanha ao invés de analisá-la;
- Os possíveis links disponibilizados contém um código de identificação, revertendo o clique em benefício para o blogueiro. Ex.: a campanha postada é sobre um best seller e no texto tem um links para você comprá-lo no Submarino. É claro que o blogueiro não faria isso de graça, né?
- Você não encontra muitos blogs comentando a “campanha genial”.
Todo blogueiro tem direito de encontrar formas de ganhar dinheiro com o seu blog. Mas para o bem da credibilidade do mesmo, seria melhor ele deixar claro que aquele post foi devidamente indicado pela própria empresa. Assim, os leitores não seriam iludidos por acharem que aquele texto é “puro”, se é que vocês me entendem.
Caio Costa, do Blogcitário, agora com endereço novo: www.blogcitario.com
Batalhado por Caio às 13:07 1 visões!
Marcador Blogcitário
SPFW
Aproveitando a semana de estréia da São Paulo Fashion Week, resolvi postar algo relacionado não só a moda, mas também a criatividade e a consciêntização. Já havia postado essa campanha no Portifólio Publicitário, mas achei interessante publicar aqui também. Nos meus post anteriores falei bastante sobre criatividade, em buscar de se fazer algo diferente e que atraia a atenção das pessoas. Pois bem, o pessoal da ag_407 conseguiu fazer isso de maneira perfeita. Nesta campanha para a SPFW duas coisas me chamaram muita a atenção, a criatividade e a busca pela consciêntização do público alvo. Nós como publicitários, ou futuros publicitário, temos que buscar, sempre, persuadir nosso público, mas podemos aproveitar para conscientizá-los dos diversos problemas que o mundo. O uso abusivo de energia e o aquecimento global são um desses problemas.
A ag_407 criou peças bastante inteligentes, entre as minhas preferiadas estão as camisetas com os escritos "Ande mais" e "Use luz natural". Uma revista trazia peças super criativas com textos como: "Use menos tinta" e "Use menos papel".
Abaixo você confere algumas das peças, clique nas imagens para ampliar. Para ver mais sobre a campanha ou para conhecer o trabalho da ag_407 clique aqui.




13/06/07
A essência do design
Uma pausa na publicidade para falar de conceitos - algo esmagado ultimamente pelos jobs para ontem.
"Hoje, qualquer empresa, pequena, média, grande ou mínima tem marca. Qualquer um pode comprar uma marca na Internet por R$100,00. A ditadura da imagem impôs uma necessidade que terminou banalizando a si mesma. Um simples cursinho de seis meses está formando "designers". Formação fast-food, baseada em fórmulas pré-estabelecidas e executadas por pilotos de softwares. Design é projeto. É conceituação e análise de alternativas a partir da co-relação de dados técnicos, inspirações, referências históricas, temperadas com muita criatividade e poder de invenção. O design potencializa o produto, otimiza a produção, melhora a comunicação, criando empatia com o público-alvo. Isso não é romantismo, é a essência do que fazemos.
Diante da pulverização generalizada, a imagem corporativa busca conteúdo e nasce o "branding" ou "total branding", que já era um termo usado na publicidade e no marketing. O nome em si não é importante, o que vale é o conceito. Vivenciando a realidade do cliente e de seu produto, o designer estabelece um conceito adequado. Assim, o designer deixa de ser um mero prestador de serviços para ser parceiro, traduzindo a mensagem do cliente para o público, buscando diferenciações que identifiquem o cliente de forma exclusiva, de acordo com a sua personalidade. Da mesma forma, a customização da produção atende a um consumidor mais seletivo e que está sempre atento à imagem do produtor e ao seu comprometimento social. Questões como atendimento e ambientação ganham importância e o designer passa a trabalhar mais em equipe e a ter mais responsabilidades e funções.
O designer, então, deverá ter cada vez mais bagagem cultural para propor soluções inovadoras, além de saber usar as ferramentas tecnológicas, artísticas e culturais. Esse profissional precisa ser curioso, versátil, ágil, bem formado e informado.
Isso resgata a importância da formação cultural e filosófica. Como nos tempos da Bauhaus, há quase cem anos. Escola que uniu teoria e prática gerando produtos bem projetados, funcionais, bonitos, com personalidade, bom poder de venda (muitos à venda até hoje ) e sempre atuais. Projetos gerados em um espaço multissensorial onde alunos e profissionais eram bombardeados de tecnologia, arte, atualidade e filosofia.
A história andando em ciclos e séculos? Tomara!"
São Paulo e suas Leis Bizarras
*Tocar campainha de uma casa e sair correndo (Pasmem, mas o indivíduo é enquadrado pela Polícia Militar como "distúrbio da paz"
*Atender o celular na biblioteca ou na igreja (A multa é de R$ 400,00)
*Pedir no Restaurante um Steak, ou poivre, ou qualquer prato que esteja em outra língua que não seja português (Uau, não sei onde isso é aplicado !!)
*E uma das mais bizarras, é que quando você anda de Transporte público, no caso o famoso "Busão" você é obrigado a usar o cinto de segurança... (resta saber onde fica este cinto...)
12/06/07
O que está faltando na internet
"Podem ser encontrados aspectos positivos até nas situações negativas e é possível utilizar tudo isso como experiência para o futuro, seja como piloto, seja como homem." (Ayrton Senna da Silva)
A internet é um mundo vasto e sem fronteiras no qual com apenas alguns cliques você encontra assuntos sobre uma profissão,buscadores, sites de pornografia, curiosidades, games, piadas, vídeos, musicas, fóruns, além de milhares de paginas sobre todos os tipos de assuntos e temas, muitos nem sempre com qualidade.
Eu fico pensando, o que falta na internet ? Ou melhor o quê falta melhorar na internet ?
Na minha opinião eu acho que falta mais incentivo a cultura, falta acesso livre a bibliotecas virtuais e melhoria da cultura e educação de muitos internautas, por exemplo: alguns usam a internet para passar trotes, invadir outros computadores, roubar, praticar atos de racismo, entre muitos malefícios.
Então o que falta, é saber usar esse imenso e maravilhoso recurso não só para beneficio próprio mas para o bem coletivo de todos.
Essa foi minha opinião, mas qual é a sua ? Para você o que falta na internet ?
Um toque humano
Grande campanha da Toyota com o tema Human Touch ("Toque humano"). O conceito é mostrar que apesar de ser uma "máquina dos deuses", ela não existiria se não fosse o toque do homem. Muito legal mesmo a abordagem.
Batalhado por GuiCury às 15:49 0 visões!
Marcador campanha, human touch, toyota
Criatividade X Restrições
Semana passada meus post foi sobre criatividade e hoje pretendo abordar o mesmo tema, mas de uma maneira diferente. Ultimamente li bastante artigos e matérias sobre as novas restrições que as campanhas de bebidas alcoólicas devem sofrer em breve, por isso meu post de hoje vai abordar o que eu chamaria de criatividade limitada.
- Ai, Maricota, que horror! Mostraram uma bunda no comercial de cerveja!
- Eu vi Genoveva. Uma imoralidade! Ainda bem que o comercial foi rapidinho e a programação voltou logo para o desfile das escolas de samba. Clique aqui para visitar o blog.
Depois dessa não é preciso dizer mais nada.
Deixem a opinião de vocês aqui ou no Portifólio Publicitário. Quinta-feira tem mais.
11/06/07
Uma Propaganda de Qualidade
10/06/07
CONSCIENTIZAÇÃO NA UCRÂNIA
Achei tão genial essa campanha alternativa que decidi postar aqui no Bloguerreiros também. Dêem só uma olhada:
Your garbage is his lunch Seu lixo é um almoço
Esse é o tema de uma campanha sensacional realizada na Ucrânia recentemente, onde depósitos de lixo onde as pessoas geralmente jogam seus restos de comida foram cobertos com adesivos onde a imagem de desabrigados foi colado.
Frases de ajuda também eram publicados nos cartazes colados:
Ajude os desabrigados 8 800 500 30 30 Help for homeless 8 800 500 30 30.Nas primeiras duas semanas de campanha houve um recorde de doações, ultrapassando os 500% em relação aos números de donativos anteriores.Agência Mex, da Ucrância.


Na próxima sexta feira irei contribuir aqui com mais algumas novidades e assuntos interessantes referentes ao livro Criatividade de Guerrilha que estou lendo atualmente.
Abração a todos!!!
David - Conclusão da História

Foi então que tomou a decisão de não usar aqueles 12 reais para comprar o remédio e sim doces para vender no trânsito. Em poucas horas, 12 se transformou em 24. Com a metade David comprou o remédio de sua esposa e com a outra metade comprou mais doces para vender no sinal. Três dias depois pagou a dívida que tinha com aquele porteiro que outrora tinha lhe emprestado os benditos 12 reais. Com o tempo juntou dinheiro e montou sua barraca de camelô. Oito meses depois finalmente conseguiu comprar uma casinha em Nilópolis e pode trazer a família de volta para morar com ele, uma vez que depois do nascimento de Tiago, ele e a mãe foram morar na casa da irmã de Maria de Fátima enquanto David se virava para juntar dinheiro e comprar um teto.
O camelô de David estava dando certo, mas depois de um período de introdução e crescimento no “mercado de vendedores ambulantes”, já começava a dar mostras de estagnação devido ao aparecimento de cada vez mais novos camelôs ao redor do seu. Foi nesse momento que o homem humilde que mal completou o primário pensou como homem de marketing. Ele percebeu que tinha que se diferenciar, que tinha que transcender o fato de ser um commodite e se tornar algo diferente dos outros. E para conseguir isso imaginou que deveria saber mais sobre as pessoas que compravam em sua barraca, ou seja, deveria ter um controle sobre as informações de seus clientes pois assim poderia saber do que eles mais gostavam e, a partir daí, descobrir maneiras de atrair mais gente.
Pra começar dividiu sua barraca em “setores” com em uma loja de departamentos. Mezzanino Diet, Mezzanino Engordiet, Setor de Refrigerantes, Sobreloja. Criou um Departamento de Concessão de Crédito, onde ele anotava o nome das pessoas que tinham conta na banca e também pra quem vendia fiado. Contudo, ele contava com a hipótese que cerca de 10% desse dinheiro nunca seria pago. Mas isso era o de menos para David pois ele sabia que o mais importante era agradar o cliente: primeiro atraí-lo e depois conquistar sua fidelidade. Com o tempo criou uma série de maneiras para conseguiu esse objetivo. Passou a sortear prêmios e, quando chegava o dia do sorteio que revelaria o vencedor, promovia uma verdadeira festa com direito a bolas de gás coloridas e muita animação no meio da rua.
Um dia Ricardo Boechat, então colunista do jornal O Globo, parou em frente a banca e comprou quatro reais em produtos. Ficou observando e reparou em coisas nada comuns para uma barraca de camelô: cartazes que anunciavam sorteio de uma bicicleta, “divisão por setores”, além da simpatia e carisma daquele vendedor tão sorridente. O resultado: no dia seguinte a Banca do David estava no jornal.
Depois de ter sido citado no jornal as coisas ficaram ainda melhores e parcerias com empresas que mandavam brindes em troca da exposição de sua marca na barraca começaram a acontecer. Até empresas do porte de uma United Airlines, Banco Real e Embratel se tornaram patrocinadores oficiais da banca, sendo que as duas últimas ofereceram, respectivamente, uma caderneta de poupança e 21 cartões de telefone para serem sorteados. Nunca satisfeito e sempre inovando para se diferenciar dos outros, David criou um Call Center e até uma página na Internet.
A notícia do camelô com website chegou aos ouvidos de uma jornalista da revista Exame que acabou fazendo uma matéria sobre ele. Entre os leitores que viram a história de David estava José Carlos Teixeira Moreira, presidente do Instituto de Marketing Industrial, que na semana seguinte ligou para o call center da banca para convidar o camelô marketeiro para fazer uma palestra em São Paulo e contar sua incrível trajetória para uma platéia composta por um time de 180 executivos e empresários que estavam participando do 12º Encontro de Marketing Industrial, um dos eventos mais importantes da área no Brasil.
Estariam presentes representantes de empresas como 3M, Shell, Wolkswagen, entre outras. Foi um tremendo sucesso! David cativou a todos com seu jeito simpático e carismático exatamente como faz com seus clientes. Daí pra frente não parou mais e hoje em dia faz palestras por todo o país contando sua fantástica jornada de superação, determinação e sucesso. Sua barraca de camelô continua lá, no mesmo local onde anos antes morou com sua esposa grávida na calçada. Um exemplo não só de marketing, mas acima de tudo de vida pra todos nós!!!
09/06/07
Extermínio 2 [OMG, ZOMBIES!!!]

- Título Original: 28 Weeks Later
- Diretor: Juan Carlos Fresnadillo
- Ano de lançamento: 2007
- IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0463854/
- Gênero: Terror/ OMG, ZOMBIES !!
28 semanas depois do acontecido no primeiro filme (Sacou agora o título original?), a infecção que havia infestado a Grã Bretanha foi contida, os zumbis morreram de fome, e tudo voltou a ser como era antes. É claro que faltava a população de volta, mas o exército estadunidense cuidou disso, limpando os corpos das ruas, e organizando a volta da população pra uma área isolada de Londres, onde a segurança era reforçada. Tudo indo muito bem, até que dois irmãos resolvem fugir dessa área SUPER PROTEGIDA pra buscar algumas coisas em sua antiga casa, e acabam trazendo a infecção de volta. A partir daí você já sabe, CORRE QUE TEM ZUMBI PRA CARALHO !

OMG, ZOMBIES !!
O filme começa insano, a primeira seqüência do filme é linda, mostrando como Don (Robert Carlyle) conseguiu sobreviver a infecção anterior, abandonando sua esposa nas mãos dos zumbis e tudo mais. Com um começo assim dá até pra achar que a continuação vai superar o primeiro, mas depois da primeira seqüência, ninguém mais acha isso. O ritmo cai MUITO depois da primeira cena, deixando o filme arrastado por 40 minutos, tudo isso pra desenvolver a história do filme.
Depois desse tempo todo arrastado, o filme volta a ter um bom ritmo, com zumbis correndo, pegando fogo, e explodindo. Coisa mais linda. Pena que o filme é só isso, zumbis, zumbis e zumbis. Tem também as câmeras nervosas, uma coisa bem legal, mas que enche o saco quando usada no filme inteiro. Penso aqui como seria o filme se Danny Boyle tivesse prestado atenção de verdade, ao invés de perder tempo dirigindo aquela merda que foi Sunshine.

Bolo de carne, Oh yeah !
Outro problema do filme foi a escolha dos protagonistas. Nada contra os atores, mas sim contra as personagens mesmo, sabe o casal de irmãos que voltaram com a infecção, trazendo os zumbis de volta ? Então, eles mesmo. Acho que por isso, eu e as outras 15 pessoas que viram o filme junto comigo torceram o filme todo pros infantos virarem bolo de carne também.

Ô beleza.
Extermínio2 é um ótimo filme, e que se não fosse por alguns defeitos bobos, seria sem dúvidas muito melhor que o primeiro. Agora levanta essa bunda gorda, e vai pro cinema ver como um piloto de helicóptero pode matar 60 zumbis em menos de 5 minutos.

Obs.: Post do Renato, mas a letra é minha.
Eletricidade sem FIO
Bom dia a Todos!
Hoje venho aqui para falar de uma tecnologia que, acredite se quiser, podia ser inventada a pelo menos 20 anos atrás e somente agora que eles "pensaram" nisso.
Quem nunca chingou um fio, tropeçou ou até mesmo se machucou por causa dele. Bom esperamos que isso acabe logo.
Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology(MIT) conseguiram acender uma lampada de 60w a uma distância de 2 metros da fonte de energia (veja foto abaixo).
O sistema funciona criando um campo magnético entre duas bobinas de cobre, uma na fonte de energia e outra no aparelho eletrônico (a lâmpada, no caso do experimento).
A lâmpada foi acesa mesmo quando foram colocados objetos entre ela e a fonte de energia.
Segundo os pesquisadores, o sistema se utiliza do princípio da ressonância, que faz com que um objeto vibre com a energia de uma determinada freqüência.
Quando dois objetos têm a mesma ressonância eles trocam energia sem afetar os outros objetos ao redor.
No experimento, foi explorada a ressonância de ondas eletromagéticas de baixíssima freqüência.
O que ainda não se sabe é se esse sistema é seguro e não prejudica a sáude humana. Os cientistas chegaram a se posicionar entre a fonte de energia e a lâmpada para provar que era seguro, apesar de ainda não se ter estudos sobre possíveis efeitos de longo prazo.
Imaginem uma casa aonde não tem fiação elétrica. Não estamos muito longe disso :)
Obrigado a todos e até o próximo artigo!
08/06/07
Planejamento.

Fala galera, sexta feira já está aí, e lá vou eu novamente para mais um super post no Bloguerreiros.
Hoje vou falar um pouco sobre uma área da propaganda que atualmente é muito importante em uma agência: O PLANEJAMENTO.
A pouco tempo atrás postei aqui no blog, um artigo sobre Criação. O processo de criação pode ser muito facilitado e aprimorado caso haja um bom planejamento.
Para começar, vamos ver o que significa a palavra “Planejamento” segundo o dicionário Aurélio:
"S. m.
1. Ato ou efeito de planejar.
2. Trabalho de preparação para qualquer empreendimento, segundo roteiro e métodos determinados; planificação
3. Processo que leva ao estabelecimento de um conjunto coordenado de ações (pelo governo, pela direção de uma empresa, etc.) visando à consecução de determinados objetivos.
4. Elaboração de planos ou programas governamentais, especialmente na área econômica e social"
Agora que você já sabe o que é planejamento em um todo, vamos aplicar esses conceitos na propaganda.
O planejamento é algo que varia muito nas agências de publicidade. Cada uma tem os seus próprios parâmetros e metodologias. O planejamento é algo muito imprevisível e possui várias técnicas para a avaliação.
Planejar é nada mais do que orientar corretamente os fatos, ou seja, fazer perguntas, calcular, criar estratégias e projetar a melhor opção de comunicação, para que o cliente saia satisfeito e alcance os resultados esperados.
Ao se planejar, devem ser feitas algumas perguntas básicas, como:
-Aonde queremos chegar?
-Qual é o problema do cliente?
-Qual é a nossa estratégia de comunicação?
-Quem são os principais concorrentes?
-Onde está o Público-Alvo (Target)?
-Como é o Público-Alvo?
-O que o Público-Alvo pensa do produto?
-O que o Público-Alvo pensa do produto concorrente?
-O que o Público-Alvo faz?
-Quanto ele ganha?
-Qual a linguagem que melhor se adapta à sua realidade?
-Quando tudo vai custar?
-Por qual período de tempo?
-Como vamos checar a eficiência da comunicação?
Além dessas perguntas, existem muitas outras que devem ser feitas durante o processo de planejamento. No livro “Propaganda é isso aí!” o autor Zeca Martins explica detalhadamente cada pergunta a ser feita e faz um bom apanhado sobre tudo envolvendo planejamento.
É importante ressaltar que nesta área é essencial fazer pesquisas de análise do Público-Alvo, análise de concorrência, determinação de verba, aplicação de verba, cronogramas e controle e avaliação de resultados.
Com um bom planejamento, a agência e o cliente conseguem obter resultados certeiros e melhores, além de facilitar o trabalho do pessoal da criação e da mídia.
É isso aí, pessoal. Espero que vocês possam ter compreendido um pouco sobre como funciona o processo de planejamento, pois ele está se tornando essêncial nos tempos atuais.
Um abraço a todos.
Bruno Delfino.
http://by-theway.blogspot.com
07/06/07
Criação brasileira em crise?
Resolvi abordar este tema aqui no Bloguerreiros. Esta semana recebemos aqui na agência a Revista da Criação, uma revista super bacana, vinculada ao Meio & Mensagem, e que trás matérias interessantes e agradáveis. E uma dessas matérias era um debate entre publicitários renomados do Brasil e da Argentina.
Nos últimos anos a Argentina vem se destacando com criações fantásticas, peças criadas por nossos “hermanos” tem obtido grande êxito no mundo todo, e consequentemente abocanhado alguns prêmios importantes.
Uma das declarações que me chamou a atenção na reportagem da Revista da Criação foi a do publicitário Pedro Capeletti, que disse: “No Brasil, a criação está comprometida com toda a agência, com o negócio da propaganda e do cliente, e sinto que na Argentina isso é mais dissociado. Quando se contrata uma agência é para que ela crie, o cliente tem noção do que ela irá entregar.”.
Confiar no trabalho que uma agência faz é fundamental para o relacionamento cliente-agência. É claro, existe um pequeno número de publicitários que preocupam-se mais em ter um Leão na estante do que solucionar o problema de seu cliente, mas são uma pequena minoria. O Brasil tem excelentes profissionais gabaritados que podem desenvolver campanhas muito mais criativas, basta deixar que eles trabalhem livres.
Reinventar-se, criar algo novo, fazer diferente, tudo isso é muito importante nos dias de hoje, afinal, em um mundo competitivo, agitado e repleto de novas tecnologias, atrair a atenção dos consumidores não é algo simples. É preciso ousadia, inovação e muita criatividade.
É difícil concordar que a publicidade brasileira possa estar em crise, afinal se o trabalho de nossos profissionais estiver obtendo os resultados esperados pelo cliente, é sinal que o trabalho esta sendo bem feito, que os objetivos foram alcançados. É preferível fazer algo muito criativo, mas que não traga resultados, ou fazer o simples e alcançar os objetivos desejados? Se pudermos produzir algo bastante criativo e que obtenha os resultados desejados ótimo, perfeito. Porém não é algo tão simples, não é sempre que um profissional vai conseguir se reinventar e fazer algo novo, ou ,como diria um amigo meu, nem todo dia é sábado à noite.
Queria saber a opinião dos leitores do Bloguerreiros sobre este tema, acho importante discutirmos isso. Sou a favor da inovação, da criatividade sem limites, do novo, do diferente... Mas também sou a favor do funcional, do objetivo e do prático. Acho que quando um profissional de publicidade consegue casar estas características o seu trabalho chegará bem próximo da perfeição. O que vocês acham?
Para quem não conhece a Revista da Criação, clique aqui e confira a edição on line da revista. Tem matérias fantásticas e riquíssimas.
A importância da ética
Quem já se formou em publicidade, deve ter estudado uma matéria chamada Ética Publicitária ou algo do tipo. Vi muitos colegas pensarem “ah, o que esta matéria tem a ver com nossa área”? Agora você terá a resposta.
Na semana passada, Roberto Justus eliminou um dos seus aprendizes mais competentes desta edição, o Eduardo. Tudo por que, foi ele o autor da idéia de montar a tenda da Claro na rua sem a permissão da prefeitura. Depois, admitiu que estava pronto pra “molhar a mão” do fiscal caso fosse preciso. Ele demonstrou que está disposto a fazer qualquer coisa para atingir os seus objetivos, mesmo que não sejam os mais legais.
Para ser justo (perdoem o trocadilho irresistível, por favor), Roberto demitiu dois de uma vez: o líder Edson, que liberou a idéia e o próprio Eduardo. Uma sábia decisão, pois diminui a chance de ele ter um sócio competente, mas com coragem de propor atos que pode sujar uma reputação de anos no mercado. Pelo menos, a dele está suja em todo o país depois deste episódio.
Caso você ainda esteja na faculdade, dê mais valor a esta matéria tão essencial quanto a de Criação. Ela será um guia fundamental para você ter uma carreira de sucesso e, o mais importante, honesta.
Caio Costa, do Blogcitário – www.novoblogcitario.blogspot.com
Batalhado por Caio às 08:53 1 visões!
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06/06/07
Animal Peace

Eu odeio falar isso por aqui, mas esse anúncio é um daqueles insuportavelmente sem comentários. A idéia é tão brilhante que me restaria apenas comentar os aspectos secundários na composição da peça, como a luz quente que remete calor humano, esperança, afeto (ou falta dele). Mas sinceramente, isso é muito pouco! Nota máxima e que sirva de inspiração a todos nós.
Na assinatura lê-se: "Every child needs parents"
PARA GRINGO VER
Devido o feriado de amanhã estarei emendando até o próximo domingo, portanto não poderei postar nesta sexta feira, dia em que me responsabilizo por apresentar aqui algumas ídéias, tendências e inovações do nosso mercado publicitário.
Por esse motivo esterei postando hoje excepcionalmente para compensar.
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HAVAIANAS PARA O MUNDO
Depois de vermos uma direção de arte poluída e sem graça com o logo das Olimpíadas de 2012, podemos acompanhar agora algo que podemos chamar de publicidarte, peças onde a arte fala tudo o que o anúncio e o conceito precisa passar, não digo que arte vende, mais fideliza e prende a atenção do consumidor.
É isso que passa nos anúncios impressos e também em mídia exterior e na tv dos EUA, onde a campanha de Havaianas anda circulando.


Acima estão as peças criadas para revistas norte americanas.
Inicialmente, a campanha será veiculada em 28 revistas e já pode ser conferida, neste mês de junho, na Details, Glamour, GQ, Jane, Lucky, BlackBook, Vogue, W, Complex, Elle, Foam, Marie Claire, Nylon, Ocean Drive, Justapoz, Paper, Planet, Radar, Spin e Mean.
Assinada pela Almap.
Abração a todos e bom feriado!
Logotipo London 2012 não agradou

As pessoas alegam que o logotipo criado por Wolff Ollions é ridículo e nem mesmo as cores utilizadas agradaram a população...
Dê sua opnião sobre o logo, eu não gostei !
05/06/07
Filme Pioneiro em interatividade
Em novembro do ano passado, a AgênciaClick realizou a primeira sessão de cinema interativa do mundo, em São Paulo e Rio de Janeiro. Os espectadores de salas de cinema puderam escolher a seqüência de um filme publicitário, montando-a em tempo real. A platéia foi convidada a responder gratuitamente por SMS quatro questões que surgiram na tela e definiram o destino do personagem do comercial desenvolvido para o Idea Adventure.
Tive a oportunidade de conferir essa campanha antes de veicular, numa palestra que organizei no Mackenzie com o Ricardo Figueira, que é o Diretor de Criação da agência. O teste como foi antes e foi só um plus na palestra, foi levantando a mão e conforme a maioria, era escolhida a opção. Só nessa apresentação já foi um sucesso, não tenho dúvidas de que tenha sido nos cinemas, tanto que recebeu prêmio no Festival de Veneza.Batalhado por GuiCury às 12:03 2 visões!
Marcador agência click, campanha, filme, interatividade, tecnologia cinema
Saudações!
Há pouco mais de sete meses criei o Portifólio Publicitário, um blog onde escrevo sobre publicidade, propaganda e assuntos ligados a comunicação e ao consumo. Nesse curto período de tempo aumentei, e muito, minha gama de conhecimento, aprendi muito sobre publicidade e propaganda e, principalmente, fiz inúmeras amizades, conheci pessoas super bacanas, tanto do meio publicitário quanto fora dele. E é a uma parte dessas pessoas que quero agradecer, ao Guy Cury, ao Bruno Delfino e especialmente ao Gabriel Jacob e o Alex Gonçalves, que me convidaram para fazer parte deste exército da comunicação.
E é este o tema do meu primeiro post. Fiquei impressionado, e feliz, com a união que existe entre os escritores de blogs, antes de ter a iniciativa de criar o Portifólio Publicitário eu achava que haveria certa rivalidade entre os blogueiros. Mas a realidade é totalmente diferente, existe uma união muito forte, todos lutando juntos pelos mesmos objetivos e trocando experiências.
Nós, blogueiros e estudandes de publicidade, jornalismo ou qualquer outra área de comunicação, seremos os futuros profissionais de um mercado bastante competitivo, um mercado onde se pode ganhar e perder clientes e contas da noite para o dia e onde a amizade será de fundamental importância.
Quem sabe, você leitor, não venha a ser meu cliente no futuro? Ou que um dos meus companheiros de Bloguerreiros se torne presidente de uma grande agência de publicidade? Ou talvez vários de nós consigam trabalhar na mesma agência.... enfim, manter forte está amizade vai ser fundamental para nossas vidas profissionais, e por mais competitivo que seja o mercado de trabalho devemos, sempre, priorizar nossos princípios éticos e morais e deixar as vaidades de lado.
Espero que neste novo projeto junto ao Bloguerreiros eu possa fazer inúmeras amizades, quero receber críticas e sugestões, tanto aqui quanto no Portifólio Publicitário. Nos meus próximos post quero falar mais sobre criação e psicologia do consumidor, além de dar dicas e sugestões para o pessoal que está começando a entrar no mercado de trabalho.
Para finalizar deixo aqui uma dica de leitura, estou lendo Lovemarks – O futuro além das marcas. O livro é de autoria de Kevin Roberts, CEO Mundial da Saatchi & Saatchi. O livro é fascinante, tem uma leitura agradável e fala sobre a importância e o significado que algumas marcas tem sobre certas pessoas.
Verificação de segurança gratuita
"A vida não se resolve com palavras."(João Cabral de Melo Neto)
Aqui vai uma dica esperta para você corrigir problemas do seu pc ou para previnir e melhorar a sua perfomace.

O verificador de segurança Windows Live OneCare é um serviço gratuito desenvolvido para ajudar a garantir a saúde de seu PC, ele tem muitas utilidades:
- Verifique e remova vírus
- Fique livre de lixo em seu disco rígido
- Melhore o desempenho do seu PC
Link: Verificador de segurança Live OneCare
Agradecimento ao bloguerreiro Karl, que me indicou esse site quando um dia eu precisei corrigir alguns problemas no meu micro.
04/06/07
Coca-Cola zero entra nos trilhos
Olá amigos Bloguerreiros, mais uma segunda-feira e mais um post meu !
As mídias diferenciadas estão cada vez mais em alta, as agências buscam mídias que agradem seus clientes e ao mesmo tempo acertem em cheio o público-alvo ! A Fiat lançou á alguns dias uma Campanha que colocava o Novo Palio na frente do metrô em São Paulo, era um Palio de verdade literalmente puxando o metrô e foi o maior sucesso.
Embarcando no mesmo trêm, vem a Coca-Cola para divulgar a Coca-Cola Zero a empresa criou uma ação no metrô com uma Coca zero gigante, com três metros de altura e pesando meia tonelada, você pode conferir a Mega Coca no metrô do Rio de Janeiro.
Você acha que estas mídias alternativas e diferenciadas ajudam á vender o produto e destacar a marca ? Eu acredito que sim, e muito !
Confira o vídeo que além de mostrar a Coca-Cola gigante mostra o processo de montagem e produção no metrô:
03/06/07
Guerreiros da tecnologia
"A plenitude da atividade humana é alcançada somente quando nela coincidem, se acumulam, se exaltam e se mesclam o trabalho, o estudo e o jogo; isto é, quando nós trabalhamos, aprendemos e nos divertimos, tudo ao mesmo tempo. (...) É o que eu chamo de "ócio criativo", uma situação que, segundo eu [penso], se tornará cada vez mais difundida no futuro."
(Domenico de Masi, in "O Ócio Criativo", pg. 148, Ed. Sextante)
Caramba! Passamos do post cem, em tão pouco tempo de vida...
Matérias sobre agencias publicitárias que usa um método tecnológico de ressonância magnética para entender a mente humana e usar a favor da publicidade.
Dicas para divulgar o seu blog.
Conheça os principais sites sobre tecnologia.
Quanto mais avançada se torna a tecnologia menos privacidade existe.
Conheça sobre o passado, o presente e provavelmente o futuro da Internet.
A maioria dos sites tem conteúdo perigoso para o seu computador.
Matéria sobre o lado negativo que um blogger pode acabar tendo por gastar grande parte da sua energia mantendo um blog.
Um blog sempre esta pedindo conteúdo novo e de qualidade.
* Para mais informações sobre tecnologia e internet acesse o nosso fórum: Guerreiros
Batalhado por XNAQS às 23:08 0 visões!
Marcador blogs, bloguerreiros, tecnologia
O carro mais gostoso do mundo

A agência Fallon da Inglaterra convidou alguns padeiros e doceiros para criarem um carro em forma de bolo, o propósito é de divulgar o novo modelo do carro Fabia, da motadora Skoda.
O carro-bolo demorou cerca de 10 dias para ficar pronto.
Segue os ingredientes dessa obra de arte;
180 ovos;
100 kg de farinha;
100 kg de açúcar;
42 kg de chocolate;
10 kg de chocolate branco;
200 kg de margarina;
25 kg de damasco seco;
5 kg de pó de cacau;
30 kg de amêndoas;
e + alguns itens.
A campanha também lançou um site, o www.newfabia.co.uk
Neste site se pode ver informações, novidades e um making off desta delícia.
Confira abaixo o comercial, que leva a assinatura: “Full of lovely stuff” (”Cheio de coisas gostosas”), e que teve um custo de £$ 500.000 libras:
Fonte: Direto do Forno
David
Será que existe uma barraca de camelô que já tenha conseguido fechar parcerias com empresas do porte de uma United Airlines, Banco Real e Embratel, tornando-se assim, patrocinadoras dessa barraca? E um camelô que tenha website, alguém já viu? Isso tudo é verdade e só foi possível graças a um verdadeiro exemplo de vida e de marketing que é David de Mendonça Portes – The Camelot e sua Banca do David. Que já até ganhou elogio de ninguém menos que Philip Kotler, um dos “pais do marketing”. A história desse homem é digna de um bom e velho “Era uma vez...”

Infância humilde
A infância de David, na pacata Santo Eduardo, era principalmente na roça cortando cana com seus pais e irmãos. Todos viviam numa casa feita de estuque (espécie de argamassa feita com gesso e areia) com dois cômodos de terra batida onde vivia toda a numerosa família. Foi então que, movido pela esperança de melhorar a vida da família, Albano Portes resolve ir para o Rio de janeiro arrumar um emprego como fazem tantas pessoas que vão para as cidades grandes em busca de uma vida melhor. Todavia, depois de três anos esperando a sonhada concretização do plano do pai de David, que era juntar um dinheiro para levar toda a família para morar com ele, sua mãe cansou de esperar. Pegou uma mala de madeira e colocou lá tudo o que dava para colocar nela, pegou os filhos e seguiu em direção ao endereço que constava nas cartas que Albano utilizava para mandar dinheiro para sua família. Era o início de uma nova fase para David e seus familiares.
Vendendo laranjas e tangerinas com o irmão João Batista. O início de tudo.
Morando em Nilópolis, subúrbio do Rio de janeiro, os Portes moraram por dois anos na casa de Moisés, irmão de Albano. Todos dormiam em esteiras de palha que ficavam no chão. Durante a semana David (que tinha 12 anos nessa época) vendia amendoins nos trens, mas era nos fins de semana, vendendo laranjas e tangerinas (mexerica como é conhecida em alguns estados) com o irmão João Batista pelos campos de futebol de várzea, que ele aprendia e se divertia ao mesmo tempo. A simpatia e carisma de seu irmão mais velho cativavam as pessoas e com isso ele conseguia fidelizar seus clientes que muitas vezes esperavam, depois do termino das partidas, a dupla de vendedores chegarem para comprar suas laranjas e tangerinas.
Depois de um tempo, João conseguiu um emprego de caixa num armazém antigo que tinha como dono um português. Graças a seu talento nato de vendedor o irmão de David fazia o faturamento do simples estabelecimento aumentar cada vez mais, e enquanto isso graças aos ensinamentos de seu chefe, aprendia conceitos e nomes como capital de giro, estoque, margem de lucro entre outras coisas importantes. João, por sua vez, ensinava a David todas essas coisas. Seu sucesso atual se deve principalmente a essa fase de sua vida e ao seu irmão mais velho João Batista. Os dois sempre tiveram uma ligação especial que superou inclusive a trágica morte dele, que ocorreu por conta de um assalto justamente no humilde armazém responsável por todo esse progresso na vida dos irmãos.
O fundo do poço
Maria de Fátima havia sentido dores durante toda a sua gravidez, contudo, em um determinado dia, sentiu dores ainda piores. David não sabia o que fazer, pois não tinha nenhum recurso naquele momento, mas precisava salvar a esposa e seu filho. Comovido com o sofrimento de Maria de Fátima, o porteiro de um prédio que ficava na mesma calçada onde o sofrido casal estava morando resolveu emprestar uma quantia, que hoje equivale a 12 reais, para David comprar o remédio que sua esposa precisava. Esses 12 reais não serviriam apenas para acabar com as dores de Maria, mas se transformariam na semente que mudaria para sempre a vida dos dois e de seu filho que estava prestes a nascer.
Continua...
02/06/07
Goggle Gears
Olá para todos,
Primeiramente queria dizer que é um prazer estar aqui podendo postar algumas coisas interessantes para se ler e saber.
Bom, eu costumo falar sobre tecnologia. E como falar de tecnologia hoje em dia e deixar de lado essa empresa que ultimamente vem "dominando", se assim podemos dizer, esta parte do mercado.
Isso mesmo, a Google acaba de lançar mais um produto que promete no mínimo impressionar aos internautas. Ele se chama Google Gears.
O que vem a ser o Google Gears?
Ele é um plugin (uma extensão de seu navegador) que disponibiliza ao usuário o acesso a internet offline. Isso mesmo, você não leu errado, acesso a internet OFFLINE.
Como ele faz isso?
Ao conectar-se com a internet, o Gears obtém todas as atualizações de notícias, de páginas, e-mails, sua agenda, etc... Com isso você mesmo perdendo a conexão com a internet continua podendo mexer nela sem que nada te impeça.
Se por acaso você atualizou sua agenda no seu computador, enviou um e-mail, ou qualquer outra coisa que tenha feito OFFLINE, na próxima vez que você se conectar à internet, o Gears atualiza tudo automaticamente, ou seja, ele envia seu e-mail, atualiza sua agenda, verifica novas notícias.
E como eu faço para usar essa ferramenta?
Calma, calma!!! O Google Gears está na versão BETA (você deve tomar cuidado ao usá-la), pois ainda podem existir alguns problemas e falhas de segurança não detectados pelos desenvolvedores deste software. Mas se mesmo assim você ainda deseja usá-lo, ele encontra-se disponível no site http://gears.google.com/ para Windows XP/Vista, Mac OS X 10.2+ e Linux, e para os seguintes navegadores: Firefox 1.5+ e Internet Explorer 6.0+
Isso é só uma amostra das tecnologias existentes hoje em dia. E eu estarei aqui todo sábado para deixá-los atualizados com esse mundo em constante evolução.
Obrigado :)
01/06/07
Run London.

Olá pessoal, mais uma sexta-feira chegando e lá vou eu novamente para mais um post aqui no Bloguerreiros.
Hoje estou um pouco sem tempo, por isso serei breve e objetivo.
Recentemente vi o case de uma ação muito interessante e uma das melhores que eu já vi em toda a minha vida.
A ação foi desenvolvida pela agência Wieden+Kennedy no ano passado em Londres para a Nike. Por 5 anos a campanha intitulada “Run London” encorajava as pessoas de Londres a correr 10 Km e em 2006 eles separaram em dois times: Norte e Sul, onde já havia certa rivalidade a tempos.
Uma corrida histórica entre as duas equipes foi marcada no Hyde Park no dia 08 de outubro.
A ação é pura mídia integrada. Foram utilizadas mídias on-line, off-line, mobiles, impressa, entre outras coisas em pontos de ônibus, estações de trens, carros, revistas, e por aí vai. No Hot-Site do evento, as pessoas podiam escolher seus times, criar rotas para treinar, fazer playlists e muitas outras coisas. Podiam através dos celulares baixar papéis de parede, protetores de telas, fotos, etc. Camisetas foram entregues aos corredores também em pontos selecionados na cidade.
A ação chamou muito a atenção de todos e fez um barulho muito grande.
E chegou o tão esperado dia.
A corrida foi um sucesso! Nada mais do que 35 000 pessoas participaram e deram o sangue para fazer o seu time, Norte ou Sul, vencer.
No dia seguinte, as pessoas podiam ir ao site, ver os status e resultados da corrida, inclusive ver o vídeo em que elas próprias cruzavam a linha de chegada.
Quer saber quem venceu a corrida?
Só visitando o site: http://www.dandad.org/awards2007/entry.asp?entry_id=27428 e conferindo o ótimo vídeo do evento.
O site oficial é: http://www.runlondon.com/
Veja abaixo algumas fotos, cartazes e um trailer anunciando a corrida.



Bom pessoal, vou ficando por aqui. Espero que vocês tenham gostado.
Abraço.
Bruno Delfino.
http://by-theway.blogspot.com
MOEDAS DA FOX
A Fox colocou imagens do principal personagem do novo filme da série "Quarteto Fantástico", o Surfista Prateado, em moedas de 25 centavos. A intenção é que as moedas sejam procuradas pelos fãs, e quem sabe até por colecionadores.
O grande problema que esta sendo enfrentado obviamente é o da burocratização, imagine se fosse proposto algo do tipo aqui no Brasil...
O U.S. Mint (equivalente à Casa da Moeda brasileira) declarou que é ilegal transformar uma moeda em veículo publicitário, e a Fox provavelmente deverá arcar com uma multa milionária.












